O Pix, lançado em 2020, já é uma das opções de pagamento mais utilizadas no Brasil. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o Pix é usado por 71% da população. Com tamanha abrangência, também cresceram as tentativas de golpes. Dentre os 3 mil entrevistados da Fenabran, 22% foram vítimas e 69% apontaram terem sofrido tentativas de fraude.

Por isso, compartilhamos os principais golpes utilizados em relação ao Pix e como evitá-los. Confira!
Ocorre quando a compra é feita pela internet, mas a entrega do produto é física. O criminoso vai ao ponto de encontro para retirar o produto e envia um comprovante de Pix pelo WhatsApp. O comprovante falso é idêntico ao gerado pelo banco.
Como evitar o golpe?
- O dinheiro transferido via Pix entra na hora, por isso acesse o aplicativo do banco na hora para confirmar se de fato foi realizada a transferência;
– Fique atento! Só aceite o pagamento via Pix se a transferência for feita na hora. Não aceite agendamento se você não conhece muito bem o cliente ou se é a primeira compra dele;
– Acione notificações nos aplicativos de instituições bancárias. Desconfie caso você tenha recebido o comprovante, mas não a notificação.
Fraude em que o criminoso entra em contato com a vítima se passando por um conhecido e pede transferência de algum valor via Pix.
Como evitar o golpe?
– O número de clonagem de contas de WhatsApp estão sendo frequentes. Desconfie de pedidos de Pix ou transferência bancária via mensagem, por mais que sejam números de conhecidos ou familiares, e que na conta conste a foto da pessoa;
– Confirme com a pessoa conhecida o pedido. Faça uma videochamada ou fale pessoalmente para confirmar a solicitação antes de enviar o dinheiro;
– Outra dica é fazer perguntas pessoais ao fraudador de forma que ele não consiga a responder;
– Nunca transfira o dinheiro automaticamente.
Nessa fraude o criminoso cria um comprovante de transferência por meio de Pix simulando o de algum banco. Ele envia para a vítima por WhatsApp ou e-mail. Ao receber o comprovante, a vítima questiona o depósito e nesta hora o criminoso conta uma história de que errou ao realizar o Pix e pede para você devolver o valor.
Outro golpe semelhante é o do agendamento. Nesta situação o infrator agenda a transferência para a conta da vítima e entra em contato com ela avisando do erro e pedindo o reembolso. A vítima transfere a quantia e o criminoso suspende o agendamento.
Como se prevenir?
– Antes de reembolsar o desconhecido aguarde a confirmação do dinheiro na sua conta. Devolver a quantia depositada é muito fácil com o Pix. Basta clicar no valor creditado e estornar o valor;
– Se houver erro na transferência você poderá devolver por meio do aplicativo do banco.
Aqui o golpista se passa por um funcionário de um banco e oferece ajuda para cadastrar a chave Pix da vítima ou comunica a necessidade de realizar testes. O criminoso vai induzindo à realização de transferência bancária que será feita na realidade para a conta do golpista.
Como se prevenir?
– As instituições financeiras não entram em contato com os clientes desta forma. Nunca forneça suas informações confidenciais.
Fonte: FCDL SC