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18.06.2020

Confira alguns cuidados com a frota de veículos em momentos de baixa demanda

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Devido à pandemia de Covid-19, é comum ver muitos carros parados nas garagens e até mesmo frotas de veículos de empresas sem serem usadas. Porém, é sabido que carro parado pode ser sinônimo de danos ao veículo. Afinal, o que pode ser feito em uma situação como esta? O que não fazer e quais são as medidas preventivas para evitar gastos indevidos com os veículos? Como fazer a gestão de frota de forma eficaz em períodos de baixa demanda?

Laercio Carvalho, diretor e proprietário do Chefe do Óleo, empresa associada à CDL Blumenau desde fevereiro de 2017 e especializada em lubrificação automotiva, compartilha algumas informações importantes sobre o que pode acontecer com um veículo que permanece longos períodos sem uso e dá dicas sobre como proceder para evitar prejuízos.

Confira a seguir:

1) Quais os principais problemas que os veículos podem apresentar por ficarem muito tempo parados?

Os veículos podem apresentar problemas de diversas naturezas. Os pneus do automóvel podem perder pressão (pneus deformados), a validade da gasolina pode expirar nesse meio tempo, comprometendo o sistema de injeção (bicos injetores), a bateria tem a vida útil reduzida, além de problemas relacionados ao sistema de embreagem, freio e ar-condicionado.

O tempo da troca de óleo também deve ser respeitado (seis meses). Não é correto fazer a troca baseando-se apenas na quilometragem atingida, pois o lubrificante também tem validade e perde suas propriedades após ela expirar deixa de cumprir suas funções no motor de maneira adequada, diminuindo a vida útil. Uma vez que o automóvel permaneça muito tempo parado, todos os fluidos (freio, arrefecimento, óleo) oxidam e perdem as propriedades. O combustível, por exemplo, tem validade média de dois a três meses, mas com cerca de um mês parado no tanque, ele pode causar dificuldades ao dar a partida no veículo e entupir os bicos injetores.

2) Quais cuidados pessoas e empresas podem ter com veículos pessoais e frotas de veículos para evitar esses problemas?

Ligar o carro a cada dois dias e dirigi-lo pelo menos uma vez por semana durante 20 minutos ajudará a preservar os pneus ao mudá-los de posição. É importante cuidar da água do radiador com aditivo adequado para evitar ferrugem e danos na bomba d´água e no próprio radiador. Usar gasolina aditivada também ajuda na preservação do sistema de injeção, pois o combustível conta com validade maior. Além disso, a troca do filtro de ar-condicionado a cada 30 dias ajuda a evitar problemas respiratórios, portanto, é extremamente recomendada neste momento.

3) Quando deve-se levar o veículo para os cuidados com os profissionais da área?

Utilizam-se dois critérios para isso: tempo de uso sem manutenções e quilometragem. Por tempo, muitas manutenções preventivas devem ser feitas, em média, a cada seis meses, enquanto pela quilometragem, deve-se verificar as indicações no manual do veículo, conforme as instruções solicitadas pela montadora do veículo (sendo a maioria 10 mil quilômetros rodados).

Outras manutenções preventivas têm prazo maior para serem feitas, entretanto, ainda são essenciais, como a troca da correia dentada a cada 50 mil quilômetros rodados ou cinco anos de uso (o que vencer primeiro), do óleo do câmbio automático, em média, de 50 a 80 mil quilômetros rodados (a validade depende do fabricante), do fluido de freio uma vez por ano ou a cada 20 mil quilômetros rodados, evitando prejuízos decorrente da oxidação e perda das propriedades do fluido.

O fluido do radiador também deve ser trocado a cada 30 mil quilômetros rodados ou uma vez por ano em média. Alguns fluidos chamados de long life dispensam a troca frequente, prolongando a duração do produto por até três anos ou conforme manual do fabricante. Em relação aos pneus, é recomendado que se faça rodízio, balanceamento e geometria a cada 10 mil quilômetros rodados, uma vez que o veículo pode perder o alinhamento e os pneus podem sofrer desgaste interno por conta da trepidação em buracos nas estradas.

Resumindo, a manutenção preventiva é a que vai doer bem menos no bolso do consumidor, além de garantir que o veículo continue rodando com muito mais segurança, evitando acidentes.

4) O que uma empresa como o Chefe do Óleo pode fazer pelo veículo ou frota?

O Chefe do Óleo faz todos esses serviços de manutenção preventiva, além de reparação de vários componentes dos carros, como: conserto de caixa de direção, embreagem, suspensão, freios, câmbio, entre outros. A troca de óleo é apenas um dos serviços oferecidos pelo Chefe do Óleo, o qual somos especialistas por termos a maior variedade de lubrificantes da cidade, mas somos também um dos centros automotivos mais completos de Blumenau.

 

 

Chefe do Óleo

 

O Chefe do Óleo é referência no conceito de troca de óleo em Blumenau e é especializado em lubrificação automotiva. Trabalha com uma ampla variedade de óleos lubrificantes e filtros para veículos nacionais e importados. A empresa Chefe do Óleo tem uma estrutura completa de mecânica geral, efetua serviços de reparos de suspensão, correia dentada, caixa de direção, freios, geometria, balanceamento, cambagem, venda de pneus, troca de óleo de câmbio automático e câmbio manual, lâmpadas de farol, palhetas limpador de para-brisas, aditivo para radiadores, fluido de direção hidráulica e fluido de freio.

São três unidades do Chefe do Óleo em Blumenau. Saiba mais em www.chefedooleo.com.br, pelo WhatsApp (47) 99670-0123 ou nas redes sociais da empresa.

 

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