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15.07.2020

Dia do Homem: empreendedorismo de geração em geração há 65 anos

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Para celebrar o Dia do Homem, comemorado em 15 de julho, a CDL Blumenau conta a história de associados que inspiram quem quer empreender.

Como explicar o sucesso de um negócio de 65 anos e que está na quarta geração da família? É com orgulho e brilho nos olhos que Alfredo Heinz Breitkopf, superintendente comercial do Grupo Breitkopf, conta como a família conseguiu expandir os negócios e ao mesmo tempo se manter unida. A empresa é associada à CDL Blumenau desde 1967 e Alfredo foi um dos escolhidos, neste Dia dos Homens, para contar sua história.  

Aos 64 anos, Alfredo Heinz Breitkopf faz parte da terceira geração do Grupo Breitkopf, que teve início em 1955 com a fundação da Auto Mecânica Alfredo Breitkopf. Ele conta que as dificuldades sempre existiram de acordo com cada época, mas, revela como superá-las. “Na verdade, as dificuldades se tornam pequenas se você arregaçar as mangas e fazer acontecer. Se ficar reclamando, é difícil mesmo. Precisa correr atrás e fazer acontecer”, destaca o empresário.

O empreendimento familiar passou de auto mecânica a inúmeras concessionárias (utilitários, caminhões, ônibus, Audi e Citroën), consórcio e até uma corretora de seguros. O leque de negócios é grande. A justificativa, de acordo com Alfredo, foram as oportunidades e, principalmente, porque há “braço” para isso. “A família cresceu. Quando meu avô iniciou, era só ele. Hoje, somos em três irmãos, mais os nossos filhos à frente dos negócios. Então, ampliamos a margem para todos poderem trabalhar bastante”, brinca Alfredo.

Perguntado sobre como manter a família trabalhando unida no mesmo negócio, Alfredo reconhece que é um grande desafio. “Sempre existem ideias diferentes e ainda bem, assim podemos pensar em outras possibilidades. É preciso aprender a ceder para a ideia dos outros. Se tiver coisa errada, tem que corrigir. Temos sim divergências, mas nosso combinado é seguir o que a maioria decide nas reuniões”, conta.

Sucessão
Para a família Breitkopf, a sucessão do negócio nunca foi um problema. “Não acontece de um dia para o outro. Meu pai trabalhou muito tempo com meu avô. Eu trabalhei muito com meu pai. Você vai entrando devagarinho e conquistando espaços. Leva uns dez anos. Ninguém cai de paraquedas”, lembra o empreendedor.

Thayse Breitkopf Labes, filha de Alfredo, conta que está há 11 anos na empresa. “O processo é devagar. A gente começou batendo ponto, usando crachá e uniforme. Não entramos como chefe e sim como auxiliar, passando por todos os setores para conhecer um por um. Cada um tem que construir seu castelo”, reforça Thayse, responsável pelo consórcio do Grupo Breitkopf.

Sucesso
Para alcançar o sucesso nos negócios, Alfredo é objetivo. “É preciso ter seriedade e muita honestidade sempre, tanto com o cliente quanto com o funcionário, que é o nosso primeiro cliente. O colaborador tem que perceber que aqui é uma extensão da casa dele, por isso, tratamos todos bem. E, claro, muito trabalho para chegar até aqui”, resume o empresário.

Dia do Homem: empreendedorismo de geração em geração há 65 anos

 

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